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A importância de dispor de capital de giro é inquestionável, mas como calcular e conseguir capital de giro para sua empresa você descobre neste guest post da Biva.

Embora a saúde financeira da empresa seja vital para que ela sobreviva e cresça, oscilações no mercado, crises e outros desafios podem impactar as vendas e descapitalizar seu caixa. Por isso, é essencial que a organização disponha de um capital de giro para honrar seus compromissos, como salários e pagamento de fornecedores.

Para tanto, é importante reservar uma quantia especialmente para esses momentos ou recorrer a fontes externas que ofereçam capital. Todavia, antes de proceder com essa ação você precisará saber qual o valor necessário para o seu capital de giro.

Para ajudar você nisso, separamos informações sobre como calculá-lo e onde conseguir recursos. Confira!
Como calcular o capital de giro de uma empresa?

O capital de giro é a quantia que a empresa dispõe para custear seus gastos, mantendo suas operações por um período. Esse valor basicamente é a diferença entre o dinheiro em caixa e as suas contas, sendo uma espécie de fundo de recursos de renovação rápida.

Para calculá-lo, é indicado estipular um período como referencial. Geralmente, trabalha-se com um mês. Isso quer dizer que você precisará descobrir quanto de dinheiro é necessário para manter a empresa por esse tempo. Com essa informação, você conseguirá calcular o quanto será necessário para dois ou mais meses.

Depois, você precisa observar alguns fatores, como o estoque, especificamente os gastos de estocagem. Também é preciso levantar o quanto sua produção gasta para produzir os produtos (insumos e custos operacionais).

Em relação às contas a receber, é importante levantar o quanto a empresa tem para receber. Aqui, vale destacar que quanto maior os parcelamentos e prazos concedidos, menor será a entrada de recursos proveniente dessas fontes no curto prazo.

Isso significa que você precisará levantar mais dinheiro para manter as operações por um tempo maior. Principalmente, para pagar as contas de fornecedores que parcelam em prazos menores. Um dos erros de gestão é justamente não sincronizar esses pontos, pois pode ocasionar atrasos nos compromissos, gerando juros.

Já os valores presentes no caixa e nas contas-correntes precisam ser somados, pois significam o capital disponível. Após isso, você deve subtrair os custos da empresa do dele para saber o quanto de dinheiro você dispõe ou necessitará. Se estiver no vermelho, precisará recorrer a uma fonte de financiamento.
Como captar financiamento e recursos?

1. Empréstimos financeiros

Empréstimo é uma das opções tradicionais para se obter capital extra. Contudo, recorrer a essa modalidade requer muito planejamento e cuidado por conta dos juros e condições.

Todavia, existe uma modalidade de empréstimo alternativo que tem crescido no mercado: o empréstimo coletivo.

Ela é oferecida por meio de uma plataforma de empréstimo (marketplace), onde pequenos e médios empreendedores têm a possibilidade de pedirem empréstimos. Quando aprovados, seus pedidos são veiculados na plataforma. Ela os conectará a investidores que poderão oferecer os recursos solicitados, que para eles são como investimentos.

2. Adiantamento de contas e recebíveis

Uma forma interessante de conseguir capital é adiantando recebíveis. Isso pode ser feito por meio da concessão de descontos ou benefícios aos clientes que anteciparem os pagamentos de suas parcelas.

Outra opção é adiantando recebíveis, como ativos aplicados. O problema é que a instituição financeira pode descontar uma certa taxa de juros para fazer esse serviço. Isso diminuirá a rentabilidade dos títulos.

3. Conta garantida

Conta garantida é uma modalidade de crédito rotativo semelhante ao cheque especial, porém com taxas menores. Ela funciona como um limite de crédito disponibilizado pela instituição financeira com base em algum tipo de garantia. Entre eles, temos duplicatas, créditos eletrônicos, cheques etc.

4. Redução de gastos

Uma opção de conseguir capital de giro é simplesmente cortando custos, o que é essencial para equilibrar suas contas. Aliás, em alguns casos a empresa até gera caixa, mas custos desnecessários, desperdícios e gastos que não geram retornos podem estar consumindo os recursos financeiros. Contudo, é preciso cortar com cuidado, buscando manter a eficiência das operações.

Com as dicas acima, você poderá começar a organizar as contas corporativas. Também poderá buscar formas de aumentar o capital de giro, ou ao menos saber onde obtê-lo quando necessário. Tudo isso colabora para uma boa gestão do seu negócio.

Fico com alguma dúvida sobre como calcular e obter capital de giro? Acompanhe o blog da Biva.

Sobre a Biva:

A Biva é a primeira plataforma de empréstimo coletivo no Brasil (ou empréstimo entre pessoas, peer-to-peer lending). Pequenos e médios empreendedores podem pedir empréstimos pela plataforma e, se aprovados, seus pedidos são veiculados na plataforma (marketplace) que os conecta com investidores que buscam um rendimento melhor do que o dos bancos ou outras alternativas de mercado (renda fixa que chega a 25% a.a. ou 220% do CDI). A Biva trabalha com empréstimos de R$ 3 mil a R$ 500 mil, e com prazos de 6, 12, 18 e 24 meses e taxas de juros de 1,7% a 6.3% ao mês. Tudo online, rápido e sem burocracia.

Saber utilizar as informações do mercado, entender a complexidade do ambiente externo e compreender as ações da concorrência são base para desenvolvimento da inteligência competitiva. Mas por quê e como utilizá-la? Descubra neste artigo.

Se você conhece relativamente bem a sua empresa, mas sabe pouco do seu concorrente, fatalmente perderá essa batalha. De fato, compreender o mercado como um todo é um fator decisivo para o sucesso.

Logo, a análise dos dados e a sabedoria empresarial são fundamentais para vencer a competição, antecipar os riscos e aproveitar as oportunidades. Mas você sabe como fazer isso corretamente?

A boa notícia é que a Inteligência Competitiva é uma aliada nesse processo e pode apoiar as tomadas de decisão. Por isso, neste artigo, separamos 5 motivos para você desenvolvê-la em seu negócio.

Curioso? Então siga com a leitura!
Afinal, o que é Inteligência Competitiva?

A Inteligência Competitiva — também chamada de Inteligência de Mercado — é, a grosso modo, um processo que utiliza a informação de maneira proativa com foco a conduzir uma melhor tomada de decisão — tanto operacional, quanto estratégica.

Mas calma! A Inteligência Competitiva não é uma espécie de espionagem ou um processo restrito a órgãos governamentais. Ela utiliza formas legais de obter informações e pode ser utilizada desde microempresas até grandes corporações.

Quer conhecer os principais motivos para desenvolver a Inteligência Competitiva nos negócios? Então, vamos a eles!

1. Tenha conhecimento do mercado

De fato, o mercado está em constante mutação. Todos os dias, diversos conteúdos são publicados e novos produtos são lançados.

Acompanhar todo esse fluxo de informação por meio da Inteligência Competitiva é uma forma eficaz de monitorar continuamente o mercado e, dessa forma, manter a empresa atualizada e preparada para ser mais ativa e menos reativa em suas estratégias.

2. Analise os seus concorrentes

Quando uma empresa conhece bem a sua concorrência, ela saberá como se posicionar no mercado para aproveitar as oportunidades. Além disso, ela não será surpreendida por novas estratégias da concorrência.

Nesse aspecto, a Inteligência Competitiva é extremamente importante para a captação de informações e melhor compreensão do comportamento do mercado.

Assim, a empresa saberá como antecipar-se aos riscos e oportunidades e ficará sempre um passo à frente dos concorrentes.

3. Desenvolva o planejamento do negócio

Obter informações relevantes é de suma importância para o planejamento. No entanto, neste aspecto a Inteligência Competitiva vai muito além da simples coleta de dados: ela trará aprendizado por meio das iniciativas, erros e acertos da própria empresa e da concorrência. Assim, a inovação é implantada com maior eficiência.

A maneira de chegar a esse objetivo é pelo conhecimento dos clientes e suas necessidades. Como sabemos, quando o consumidor tem os seus desejos supridos, ele se encanta — e a empresa consegue inovar com facilidade.

4. Realinhe e reverta a estratégia

A Inteligência Competitiva, de fato, auxilia nas operações e estratégias da empresa, além de apoiar o executivo responsável para que ele tome as decisões necessárias para evitar riscos e prejuízos.

Assim, estratégias que não apresentam resultados satisfatórios são realinhadas e revertidas para cumprir as metas da organização.

5. Faça coleta de dados

Por último, cabe reforçar: faça coleta de dados!

Tenha em mente que nós vivemos na Era da Conectividade. Isso possibilita que todos tenham acesso à diversos dados de mercado.

Entretanto, o que difere uma empresa pouco produtiva de uma vencedora é a capacidade de converter as informações em sabedoria corporativa. E isso pode ser alcançado por meio da Inteligência Competitiva.

Gostou deste artigo? Entendeu porque a Inteligência Competitiva deve ser desenvolvida em seus negócios? Então, continue lendo nosso blog e fique por dentro das principais inovações e tendências em Inteligência de Negócios.